sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Voltei - agora como mãe (novamente)

Estou de volta. Mais inspirada do que nunca. O meu desaparecimento por alguns meses se deu ao imenso desconforto do final da gravidez. Meu 2º filho nasceu com saúde. Um bebê grande e que adora mamar... estou extremamente agradecida a Deus por esta benção incrível.


No meio da noite acordo para amamentar e comtemplo, maravilhada, como é possivel encontrar espaço em meu coração para amar tanto um ser tão frágil. Tão dependente.


O meu filho mais velho lidou bem com a chegada do irmão. Temia que fosse ficar com ciúmes... mas por enquanto isso não aconteceu.

Temia que a experiência da maternidade, pela segunda vez, não fosse causar o encantamento da chegada do primeiro filho. Puro engano! O encamento não poderia ser maior. Automaticamente estava apaixonada e sabia que nada neste mundo poderia apagar o sentimento maravilhoso de ser mãe de mais um ser humano.

Nestas madrugadas em que estou acordada cuidando do pequeno comecei a pensar na grandeza do amor de Deus. Quando Davi afirma em Salmos que mesmo que uma mãe viesse se esquecer de um filho, Deus nunca se esquece de nós, tive um vislumbre que nem as mães tem a capacidade de amar como Deus ama. Isso significa que quando cometemos um erro (vez após vez) e achamos que Deus jamais nos perdoará, devemos lembrar que uma mãe , mesmo sendo humana e tendo falhas, é capaz de enfrentar praticamente tudo para restaurar seu filho. Mães que amam esfregam as paredes brancas onde seu anjinho registrou dotes artísticos com giz de cera. Sentam ao lado do filho para ensinar matemática torcendo que ele se esforce e passe de ano. Enfrentam filas nos dias de visita a presídios. Vendem tudo que possuem para pagar um tratamento que promete tirar seu filho das drogas.

Se mães são capazes de fazer tudo isso, Deus faz muito mais.

Agora como mãe (novamente) me proponho a conhecer esse Deus... para que seu amor se perpetue em mim.

Um comentário:

Anônimo disse...

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