
Essa semana fiz uma viagem com meu esposo. Fomos conhecer uma cachoeira linda. Na verdade foi uma aventura... pelo menos para nós que vivemos em uma cidade grande. Sabíamos que queríamos ver a cachoeira mas nem imaginávamos o longo caminho que deveria ser percorrido até chegar ao nosso destino.
Saímos cedo e encontramos com um grupo de 5 pessoas e o guia que conduziria o grupo. Logo de início, percorremos, por duas horas, uma estrada de terra que estava muito escorregadia e enlamaçada em um Jeep. Essa estrada cortava uma montanha coberta pela mata Atlântica. Na primeiras horas da manhã a vista era estonteante. A exuberância das grandes árvores, o cheiro de terra molhada, os sons da floresta, o sabor doce de moranguinhos silvestres na beira do caminho... O tempo estava fechando e a forte neblina interrompia nossa visão dos profundos barrancos que cercavam a estrada de terra, ou melhor, de lama. Por vezes o Jeep derrapava mas estava segura. Aquele era um guia experiente e sabia como nos levar a nosso destino.
No final desse trajecto, chegamos a uma praia praticamente deserta. O mar era transparente mas como o sol não brilhava tinha uma cor verde escuro. A praia tinha o formato de uma meia lua. Em cada ponta era possível ver montanhas de várias tamanhos cobertas por mata fechada que assumia diversos tons de verde. Nesse momento, iniciamos nossa caminhada. O guia nos disse que agora iríamos subir uma nova montanha a pé, por 40 minutos. Assegurou que conhecia o caminho.
A caminhada foi deliciosa. Atravessamos um riacho transparente salpicados por pedras cobertas por limo verde. O guia indicou onde era seguro colocar o pé. Atravessamos uma área coberta por formigas que saíram para trabalhar depois que a chuva havia cessado. O guia aconselhou a cruzar esse percurso correndo para não levarmos picadas nas pernas. Nos deparamos com subidas íngremes, ele estendia a mão e ajudava a subir. Nos deparamos com descidas escorregadias, mais uma vez ele mostrava-se pronto a ajudar.
Finalmente chegamos em nosso destino: a cachoeira. É difícil descrever a magnitude dessa obra de Deus. Tudo que pude fazer foi sentar na pedra e louvar ao Criador pela perfeição da natureza. Foi nesse momento que entendi que além de Criador de tudo que existe Ele quer ser meu guia. Esse mundo está cheio de situações e lugares que se forem percorridos sem um guia podem tornar-se morte certa, se não isso, pelo menos muita dor.
O problema é que achamos que não precisamos de um guia. Por vezes, nos convencemos que conhecemos os caminhos e queremos percorre-los sozinhos... grande erro. Naquela noite, ao fazermos nosso caminho de volta pela montanha começou a chover forte. Algumas ladeiras estavam completamente cobertas por lama o Jeep derrapava para as laterais. Nesse momento, me desesperei silenciosamente, cheguei a pensar que iríamos cair no desfiladeiro. Me esqueci que o guia tinha experiência e iria conduzir-nos a um local seguro. Fiquei ansiosa a toa. Ele estava no controle. Só precisava confiar...
Saímos cedo e encontramos com um grupo de 5 pessoas e o guia que conduziria o grupo. Logo de início, percorremos, por duas horas, uma estrada de terra que estava muito escorregadia e enlamaçada em um Jeep. Essa estrada cortava uma montanha coberta pela mata Atlântica. Na primeiras horas da manhã a vista era estonteante. A exuberância das grandes árvores, o cheiro de terra molhada, os sons da floresta, o sabor doce de moranguinhos silvestres na beira do caminho... O tempo estava fechando e a forte neblina interrompia nossa visão dos profundos barrancos que cercavam a estrada de terra, ou melhor, de lama. Por vezes o Jeep derrapava mas estava segura. Aquele era um guia experiente e sabia como nos levar a nosso destino.
No final desse trajecto, chegamos a uma praia praticamente deserta. O mar era transparente mas como o sol não brilhava tinha uma cor verde escuro. A praia tinha o formato de uma meia lua. Em cada ponta era possível ver montanhas de várias tamanhos cobertas por mata fechada que assumia diversos tons de verde. Nesse momento, iniciamos nossa caminhada. O guia nos disse que agora iríamos subir uma nova montanha a pé, por 40 minutos. Assegurou que conhecia o caminho.
A caminhada foi deliciosa. Atravessamos um riacho transparente salpicados por pedras cobertas por limo verde. O guia indicou onde era seguro colocar o pé. Atravessamos uma área coberta por formigas que saíram para trabalhar depois que a chuva havia cessado. O guia aconselhou a cruzar esse percurso correndo para não levarmos picadas nas pernas. Nos deparamos com subidas íngremes, ele estendia a mão e ajudava a subir. Nos deparamos com descidas escorregadias, mais uma vez ele mostrava-se pronto a ajudar.
Finalmente chegamos em nosso destino: a cachoeira. É difícil descrever a magnitude dessa obra de Deus. Tudo que pude fazer foi sentar na pedra e louvar ao Criador pela perfeição da natureza. Foi nesse momento que entendi que além de Criador de tudo que existe Ele quer ser meu guia. Esse mundo está cheio de situações e lugares que se forem percorridos sem um guia podem tornar-se morte certa, se não isso, pelo menos muita dor.
O problema é que achamos que não precisamos de um guia. Por vezes, nos convencemos que conhecemos os caminhos e queremos percorre-los sozinhos... grande erro. Naquela noite, ao fazermos nosso caminho de volta pela montanha começou a chover forte. Algumas ladeiras estavam completamente cobertas por lama o Jeep derrapava para as laterais. Nesse momento, me desesperei silenciosamente, cheguei a pensar que iríamos cair no desfiladeiro. Me esqueci que o guia tinha experiência e iria conduzir-nos a um local seguro. Fiquei ansiosa a toa. Ele estava no controle. Só precisava confiar...

1 comentários:
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