
Lembro da primeira vez que tomei banho de chuva... provavelmente não foi a primeira vez, mas é a primeira memória que tenho de uma experiência como essa. Parece que ainda posso sentir as gotas de chuva escorrendo pelo meu rosto e o sentimento de liberdade que aquela experiência me proporcionou. Era livre para correr, pular nas poças barrentas de água, dançar, cantar... Depois disso sempre ficava tentada quando via que chovia lá fora. Queria mais.
Lembro a primeira vez que andei de montanha russa. Enquanto o carrinho subia lentamente pelos trilhos íngremes que precedem a grande descida do brinquedo, mal podia conter minha apreensão. Fiz promessas sinceras que nunca mais iria fazer aquilo. Jurei que se saísse com vida iria me devotar a anunciar aos quatro ventos o perigo de tal experiência... Minhas promessas duraram cinco minutos. Assim que saí viva do brinquedo corri para a fila novamente. Queria mais.
Lembro da primeira vez que vi meu marido. Jamais podia imaginar que ele era o homem que Deus tinha separado para ser meu companheiro por toda a vida. Mesmo assim, perdi o fôlego... o mesmo fôlego que perdi a primeira vez que ele segurou na minha mão. A partir desse momento não queria sair do lado dele. Queria mais.
Lembro da primeira vez que vi o rosto de meu filho. Foram 9 meses imaginando se ele seria parecido comigo ou com o papai. Foram 9 meses preparando o quarto, as roupinhas, o coração... Enquanto via meu corpo se transformando percebia que eu também estava mudando. Quando vi o rostinho do meu filho pela primeira vez entendi o que é amor incondicional. Ao segurar seu frágil corpo em meus braços sabia que nada no mundo poderia fazer com que o amasse menos. Queria mais.
Lembro a primeira vez que me prostrei de joelhos e falei honestamente com Jesus. Disse que queria que Ele viesse morar em meu coração. Supliquei perdão pelos meus pecados e pedi que guiasse a minha vida. Naquela noite Ele me acolheu e abraçou. Essa experiência foi marcante. Depois disso, queria mais. Ele concedeu os desejos do meu coração...
Lembro da primeira vez que vi meu marido. Jamais podia imaginar que ele era o homem que Deus tinha separado para ser meu companheiro por toda a vida. Mesmo assim, perdi o fôlego... o mesmo fôlego que perdi a primeira vez que ele segurou na minha mão. A partir desse momento não queria sair do lado dele. Queria mais.
Lembro da primeira vez que vi o rosto de meu filho. Foram 9 meses imaginando se ele seria parecido comigo ou com o papai. Foram 9 meses preparando o quarto, as roupinhas, o coração... Enquanto via meu corpo se transformando percebia que eu também estava mudando. Quando vi o rostinho do meu filho pela primeira vez entendi o que é amor incondicional. Ao segurar seu frágil corpo em meus braços sabia que nada no mundo poderia fazer com que o amasse menos. Queria mais.
Lembro a primeira vez que me prostrei de joelhos e falei honestamente com Jesus. Disse que queria que Ele viesse morar em meu coração. Supliquei perdão pelos meus pecados e pedi que guiasse a minha vida. Naquela noite Ele me acolheu e abraçou. Essa experiência foi marcante. Depois disso, queria mais. Ele concedeu os desejos do meu coração...

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